quarta-feira, 19 de outubro de 2011

TEXTO DO ALUNO

Na aula sobre a essência e a aparência, pedimos para que os alunos produzissem um COMENTÁRIO ARGUMENTATIVO sobre a temática. A aluna Lidvânia Nunes escreveu este, confira:

É mais importante ser, pois isso é o que caracteriza você em relação aos outros. Ser, é o que você realmente é, é a sua essência. Ser o seu modo de pensar, o modo como age, o jeito de você olhar o mundo e enfrentar as atribulações que vierem pelo caminho. É o seu jeito de falar, de sorrir, de andar... é você ser único.

Parecer é você sempre querer imitar o outro ou querer ser o que os outros esperam que você seja, por um simples e fútil modismo. Parecer é você querer pensar como o outro, agir de maneira contrária ao que você pensa, por que é isso que o outro faz. É você mudar totalmente seu jeito para ser outra pessoa, bem diferente do que você realmente quer ser.

Portanto, antes de tomar qualquer atitude, pense bem e veja o que você realmente quer. Ser você e poder pensar, agir, fazer e acontecer do jeitinho que você quer, ou ficar sempre sendo um outro alguém que você não faz a mínima ideia de quem seja.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O FANTASMA DA ÓPERA


Nas últimas aulas, o Teatro foi o assunto da vez! Tudo girou em torno da temática "Quais são os seus fantasmas?", embasada pelo filme "O Fantasma da Ópera", assistido em sala.

Confira uma cena do filme:





domingo, 2 de outubro de 2011

O JULGAMENTO

Para debater a temática sobre a mulher na sociedade, realizamos um Júri em sala de aula. Tudo foi gravado, e nossos alunos demonstraram talento na arte de improvisar, interpretar e argumentar! Confira:





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A SOCIEDADE DE APARÊNCIAS



POR MEIO DA TEMÁTICA DA DANÇA, DEBATEMOS COMO A SOCIEDADE ESTÁ PRESA ÀS APARÊNCIAS. A PARANOIA EM TORNO DA BELEZA É TÃO GRANDE, QUE UM ESTUDO DESCOBRIU QUE OS BELOS TÊM MAIS CHANCES DE SEREM ABSOLVIDOS, LEIA:


Feios têm mais chances de ser condenados no tribunal


Um tribunal é o último lugar onde você espera ser julgado pela aparência, né? Mas eis que, assim como o amor é cego, a justiça às vezes também pode ser. Um estudo da Universidade de Cornell, em Nova Iorque (EUA), mostrou que réus pouco atraentes (desligando o filtro politicamente correto: leia-se feios) têm 22% mais probabilidade de serem condenados do que réus bonitões. E ainda recebem sentenças mais duras: em média, 22 meses a mais na prisão.

O estudo analisou as reações de 169 estudantes de psicologia (jurados em potencial e instruídos a agir como tal) a casos reais, completos com perfil e foto dos acusados. Quando as evidências contra o réu eram fortes, a aparência não teve influência significativa. Mas quando havia ambiguidades e “buracos” nos casos, os réus de rostinho bonito tinham mais chance de serem absolvidos de cara pelos jurados.


http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/feios-tem-mais-chances-de-ser-condenados-no-tribunal/comment-page-1/
Fonte:

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

VEM DANÇAR!


No último dia 15/09, assistimos o filme VEM DANÇAR, com o formidável Antônio Banderas!
O filme será a base dos nossos próximos debates.

Reveja uma das melhores cenas do longa:


CARTAS


No dia 14 iniciamos um projeto que vai mexer com mais de um BAR!
É a Dinâmica das Cartas, em que os alunos do Raul Córdula manterão contato com alunos de uma outra escola de Campina Grande mesmo sem nunca terem se visto! O contato deverá ser realizado única e exclusivamente por meio de cartas. O intermédio entre os alunos das duas escolas será realizado por nós, professores.

Curioso pra ver no que essa experiência vai dar? Continue acessando nosso blog!!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SERÁ QUE UM TAPINHA NÃO DÓI?

Como pudemos observar em sala de aula, a letra da música e o seu ritmo determinará sua função na sociedade. A música pode ter o objetivo de celebrar, divertir, declarar, criticar, refletir, louvar... nunca deixando de cumprir um papel e tendo, portanto, uma importância característica, independente de sua finalidade. A música é diversificada, dinâmica, e sempre agradará e representará um determinado público. Não podemos esquecer, no entanto, que a letra de música também pode denigrir, recriminar e sujeitar determinadas classes sociais. Relembre as reflexões que fizemos sobre a música "Um tapinha não dói":