quinta-feira, 3 de novembro de 2011
OLGA
A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E O CINEMA
O CINEMA
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
TEXTO DO ALUNO

Na aula sobre a essência e a aparência, pedimos para que os alunos produzissem um COMENTÁRIO ARGUMENTATIVO sobre a temática. A aluna Lidvânia Nunes escreveu este, confira:
É mais importante ser, pois isso é o que caracteriza você em relação aos outros. Ser, é o que você realmente é, é a sua essência. Ser o seu modo de pensar, o modo como age, o jeito de você olhar o mundo e enfrentar as atribulações que vierem pelo caminho. É o seu jeito de falar, de sorrir, de andar... é você ser único.
Parecer é você sempre querer imitar o outro ou querer ser o que os outros esperam que você seja, por um simples e fútil modismo. Parecer é você querer pensar como o outro, agir de maneira contrária ao que você pensa, por que é isso que o outro faz. É você mudar totalmente seu jeito para ser outra pessoa, bem diferente do que você realmente quer ser.
Portanto, antes de tomar qualquer atitude, pense bem e veja o que você realmente quer. Ser você e poder pensar, agir, fazer e acontecer do jeitinho que você quer, ou ficar sempre sendo um outro alguém que você não faz a mínima ideia de quem seja.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
O FANTASMA DA ÓPERA
domingo, 2 de outubro de 2011
O JULGAMENTO
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A SOCIEDADE DE APARÊNCIAS


Feios têm mais chances de ser condenados no tribunal
Um tribunal é o último lugar onde você espera ser julgado pela aparência, né? Mas eis que, assim como o amor é cego, a justiça às vezes também pode ser. Um estudo da Universidade de Cornell, em Nova Iorque (EUA), mostrou que réus pouco atraentes (desligando o filtro politicamente correto: leia-se feios) têm 22% mais probabilidade de serem condenados do que réus bonitões. E ainda recebem sentenças mais duras: em média, 22 meses a mais na prisão.
O estudo analisou as reações de 169 estudantes de psicologia (jurados em potencial e instruídos a agir como tal) a casos reais, completos com perfil e foto dos acusados. Quando as evidências contra o réu eram fortes, a aparência não teve influência significativa. Mas quando havia ambiguidades e “buracos” nos casos, os réus de rostinho bonito tinham mais chance de serem absolvidos de cara pelos jurados.
